Eua: Estudante esfaqueia três colegas em escola
[click sobre isso e leia a reportagem]
Suposição MINHA:
O esfaqueador ou:
-É vítima de bullying [click sobre "bullying e leia meu post amador sobre o tema];
-Vem de um lar desfeito.
Só que não sou uma dessas psicólogas que dizem, enquanto ajeitam os óculos [eu ajeito o óculos, como qualquer pessoa que use, oras, mas enfim, é uma situação hipotética]:
-Bem, é claro que o fato de sofrer bullying/vir de um lar desfeito teve muita influência negativa sobre esta criança. Os pais são uma enorme influência sobre a criança, mas o meio externo também e et cetera e blablablá.
Momento crítica ferina:
Tudo pura babaquice.
Não, não estou subestimando a influência dos pais e das companhias para o desenvolvimento de uma pessoa. Tampouco tenho algo contra psicólogos - ok, tenho, amigos são mais úteis e de graça. PARA MIM, PARA MIM, MEU CASO, OPINIÃO PESSOAL HEM -. Para muita gente são realmente úteis - até imprescindíveis [amiguinhos preguiçosos e com vocabulário pobre: segundo consta no dicionário, imprescindível é "Que não pode faltar; INDISPENSÁVEL"]. Não estou menosprezando o trabalho deles e tal.
Até porque já quis ser psicóloga. Eu levo jeito, será?
[imaginando]
Cliente: Sabe como é, eu tenho um pequeno problema com a bebida e...
Giovana: VAI SE FERRAR, PÁRA COM ESSA DROGA, ALÉM DE ESTRAGAR A SUA VIDA, O QUE É UM DIREITO SEU, ESTRAGA A DE TODOS OS PRÓXIMOS A VOCÊ! [tapa na cara]
[eu faço semelhante com meus amigos, tenho um jeito muito enérgico de dar conselhos, rere.]
Voltando à [a? Tenho dificuldade com a maldita crase] seriedade.
Mas justamente, o que quero dizer é:
Não importam suas origens. Não importa o quão trágica seja sua vida em casa, ou a forma terrível como as pessoas te tratam, não use isso como justificativa para atos vis.
Pessoas maravilhosas muitas vezes sofreram imensamente.
E às vezes quem teve de tudo vira um babaca [vide jovens imbecis que atearam fogo no índio, espancaram empregada, etc.].
Enfim: Não importam suas origens. Importa a forma como você lida com elas - esse é o diferencial entre uma pessoa com infância infeliz que se torna alguém bom e bem sucedido [por exemplo Oprah Winfrey] ou acaba como um assassino sociopata [vide Charles Manson].
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Notícia comentada *futura repórter [NÃO.]*
You know you love me. XOXO, Giovana às 22:01 1 pessoas deram pitaco.
Tags: bullying, Escola, passado, psicologia, psicólogos
sábado, 25 de agosto de 2007
Sobre escola
Okz, vou postar um dos melhores textos que - não, eu não sou modesta, beigos [é evidente que eu sei que é "beijos", mas eu gosto de falar beigos, fim] - eu já escrevi, para a aula de ciências.
" Aplicando os conhecimentos
Página 31
A sala de aula é um ambiente em que você passa boa parte dos dias. Como é o seu cotidiano na sala de aula? Como se dão as relações nesse espaço tão importante? Suas atitudes aqui contribuem para o bem estar de quem a freqüenta?
Faça uma lista de tudo aquilo que você acha que é bom e tudo o que você julga prejudicial para o bem estar e a saúde das pessoas que freqüentam a sala de aula.
Meu cotidiano escolar começa às 7h50min e termina às 11h50min, com intervalo para o lanche. o tempo de duração de cada aula é de 45min.
Eu não diria que são muito boas as relações neste ambiente. Podemos observar que existem diversos grupinhos, e se você não se encaixa em nenhum deles, você é excluído, humilhado, e, às vezes, "acidentalmente" agredido. Na sala de aula, acontece tudo que acontece na vida: exclusões, discussões, abuso de autoridade, dissimulação, enfim. E sem o atenuante do auto-controle que adquirimos ao longo da vida. Resumindo: Se quer estudar a humanidade, vá a uma escola. É lá onde formamos o nosso caráter. A escola nos molda. Para o bem, ou não. Não temos, como prevê a Constituição, liberdade de expressão. Tente dizer o que pensa, e prepare-se para descrédito, desdém e, quem sabe, serás agredido ou suspenso.
Creio que já passou da hora de termos as escolas da ficção: um ambiente cheio de harmonia, onde teríamos amigos de verdade, tolerância, liberdade de expressão, respeito, professores aptos, sensatos e que nos permitissem opinar, e de quem pudéssemos discordar. Um ambiente saudável, cheio de alegria, paz e conhecimento, onde as necessidades e talentos individuais fossem reconhecidos.
Uma utopia. Mas quem sabe um dia se torne realidade..."
domingo, 6 de maio de 2007
Tópico de utilidade pública nº 1 - Bullying
Na falta de idéia de temas para uma atualização do blog, farei uma sessão de posts de utilidade pública. Para quê? Para conscientizar, meus caros.
Este primeiro será sobre bullying.
Para começar, deve ter gente se perguntando: Mas o que é bullying?
Bullying (pronuncia-se "bulin"), até onde eu sei sem equivalente em português, é o ato de violência intencional, repetida e aparentemente gratuita (sem motivos ou por preconceito, por exemplo) na escola. Inclui agressões psicológicas, morais e físicas.
Porque eu escolhi bullying como tema deste post?
1- Passei e passo na pele, então quero tentar ajudar que também está passando pela mesma situação;
2- É um problema negligenciado de tal forma no Brasil que muita gente nem faz idéia do que é.
O bullying compreende difamação, ofensas, ameaças, intimidação, críticas ininterruptas, dano de objetos da vítima, etc.
Vocês que lêem este blog, muitos já sofreram ou assistiram bullying, creio eu. Espero que você não tenha sido o autor do bullying.
O mais triste da negligência e descaso com que é tratado o bullying no Brasil é isso demonstrar o quanto a falta de caráter e respeito é tolerada e tratada como algo normal por aqui.
Na década de 90, nos Estados Unidos, aconteceram uma série de episódios de tiroteios que culminaram em tragédias em escolas. O mais famoso foi o Massacre de Columbine. "O massacre de Columbine aconteceu em 20 de abril de 1999 no Condado de Jefferson, Colorado, Estados Unidos, no Instituto Columbine, onde os estudantes Eric Harris (apelido ReB), de 18 anos, e Dylan Klebold (apelido VoDkA), de 17 anos, atiraram em vários colegas e professores."
(texto retirado de http://pt.wikipedia.org/wiki/Massacre_de_Columbine)
Suspeita-se de que muitos dos assassinos sofressem bullying.
Talvez um pouco menos cruel por não interromper os sonhos e a vida alheia, mas não por isso menos grave são o suicídio de vítimas do bullying. Não surpreende tanto a outras vítimas, pois sabemos - oh, se sabemos - bem a tristeza, angústia e sensação de impotência que nos traz. Mas surpreende muito os pais, ou professores, pois às vezes eles julgam que era "uma fase, coisa passageira" e que se interferissem não nos tornaríamos fortes o suficiente para agüentar. Belo engano. Aos pais que suspeitam que os filhos sofram bullying, aconselho a:
- Questionem os filhos, mas não ajam como se eles fossem culpados, jamais.
- Não os pressionem.
- Conversem bastante e tentem procurar a direção da escola.
-Intervenham.
- Sejam carinhosos e mostrem que ele pode contar com vocês.
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying
http://pt.wikipedia.org/wiki/Massacre_de_Columbine
http://nomorebullying.blig.ig.com.br/
~
Observação pessoal: Não sou pedagoga, não sou psicóloga, sou apenas uma garota de12 anos estudante de sétima série. Mas eu já sofri isso, e até hoje passo. Então, as dicas são baseadas também nas minhas experiências pessoais. Não são verdades absolutas - de maneira alguma! - nem ajuda profissional. Porém, é algo empírico.
Observação pessoal 2: Por favor, se não entendeu algum termo, tenha humildade e vá pesquisar no dicionário, vai...
You know you love me. XOXO, Giovana às 21:26 4 pessoas deram pitaco.
Tags: atualidade, bad times, bullying, passado, preconceitos, psicologia, tempos modernos
