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domingo, 6 de abril de 2008

Consumismo e propaganda.

Do momento em que se acorda ao que se fecha os olhos para dormir, somos assolados por propagandas.

Compre isso, beba aquilo, vista isso. Massificam nossos gostos, vontades e necessidades.

O que é recente e moderno recebe total destaque, enquanto quem preza o antigo é mal visto pela sociedade como a um conservador.

Da necessidade de estar sempre na moda, ter os lançamentos, e assim ser aceito, da oferta de tudo o que se possa imaginar, surge o consumismo. O consumo desenfreado, que leva fácil o dinheiro difícil de ser obtido, fruto de uma sociedade que se preocupa cada vez mais com TER e PARECER, ao invés de SER.

E com tanta oferta, precisa haver procura. E aí, surgem as propagandas. Os publicitários tem de se superar, construir propagandas e campanhas cada vez mais engenhosas e eficazes, capazes de convencer de que você não só deseja ardentemente, como PRECISA daquele produto.

Não sei o que é mais triste: pensarem que somos desesperados maleáveis a quem se pode convencer de tudo, a começar por comprar o que lhes empurram, ou sermos isso mesmo.

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Sobre raças de cães supostamente ferozes e pena de morte

E a atualização, afinal, será sobre um tema polêmico:

Raças de cães supostamente ferozes, como pit bull e rottweiler.

Tendo em vista que essas raças às vezes atacam pessoas, muitas vezes crianças, e às vezes causando a morte, existem aqueles [um tanto quanto radicais, na minha opinião] que sugerem exterminar essas raças - em especial os pit bulls - e castrar os que já existem.

SOU CONTRA!

Para começar, tem gente que diz que cães "de família" às vezes são autores de ataques brutais. Mas, tem um detalhe: como assim, "de família"? O fato de um cão morar em uma casa com família significa pouco, na verdade. Não é, de forma alguma, garantia de que ele é amado. Que recebe atenção, amor, carinho, comida e cuidados veterinários. E adestramento. E as pessoas maravilhosas vindas de lares desfeitos, ou os assassinos bem-nascidos e de família bem-estruturada, como a Suzane Von Richthofen? Daí vem você, meu leitor burrinho, dizer "mas são humanos, não animais". Nããão, juura?! Mas por vezes isso também vale para os animais: vira-latas espancados, que sofrem maus-tratos e que se tornam maravilhosos cães quando são adotados, fiéis e afetuosos? Ou aqueles poodles ou pinchers um tanto neuróticos, com uma dona que os mima e etc., mas que mordem e latem furiosamente estranhos? Por que eles não contam? Porque eles são pequenos, talvez. E se atacam alguém na rua, a pessoa fica arranhada. Pit bulls e rottweilers são grandes e fortes, portanto, logicamente fazem muito mais estrago.
E, para encerrar:
Parece tão sensato matar animais irracionais, que atacam por impulso, e por que é tão radical ser a favor da pena de morte para monstros como os que arrastaram o menininho João Hélio no Rio, ou estupradores, ou homicidas de uma forma geral? Por que se crê tão veementemente que possa existir redenção e alguém assim possa entrar nos eixos, e não um animal?
Sou a favor de mais rigor para os donos de cães "ferozes", porque os verdadeiros culpados são eles, que não educam. E pena de morte para estupradores e assassinos, culposos - nos quais não houve intenção - para a responsabilidade ser maior dos motoristas e médicos, ante a perspectiva de morrer e pelos dolosos - com intenção - porque tanto os homicidas culposos e estupradores, se acreditam ser legítimo ceifar ou atribular seriamente a vida de alguém, que seja ceifada a deles, para que não voltem a cometer estes crimes porque simplesmente não terão oportunidade.

sábado, 25 de agosto de 2007

Sobre rebeldia.

Rebeldia era uma palavra e substantivo tão legal.

E presumia-se que "Rebeldia requer pensamento" - Howard Jacobs

MA-A-AS, veio a mania de deturpar e popularizar algo, e plim, aquela bandinha [se chega a tanto] destestável, RBD, transformou "rebelde" em ofensa, de certa forma.

É um absurdo, eles são rebeldes completamente sem causa - e calças, diga-se de passagem -, céus. Na novela eles tem vidas bem razoáveis, e são bem dentro dos padrões ridículos da nossa sociedade atual, então, me respondam por favor, em que diabos eles são rebeldes? Se rebelam em nome do quê? De seus egos tão baixos, que acham que se arrepiarem os malditos cabelos, e colocarem uma saia absurdamente curta, estarão provando o quê? Eles querem virar ícones descolados e "rebeldes", mas será que não conseguem perceber que as garotas são meros e vulgares objetos sexuais, e os garotos podem ser desejados pelas tietes malucas daquela banda, mas são simplesmente ridículos!

Francamente, me xinguem, mas eu prefiro Teletubbies, que só idiotiza, e não transforma ninguém em - com o perdão dos termos, mas droga, não existe substituto apropriado numa linguagem mais culta - bichas e putas, e Calypso, que pode ser ruim mas além de original, os sapatos da Joelma [a vocalista] são bem legais.
Falei.
Estou pronta para as pedradas, fãs malucos de RBD.

Momento propaganda:
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=22694801
Minha comunidade do orkut anti-rbd. Façam a gentileza de participarem, beigos.

domingo, 17 de junho de 2007

Sobre assaltos.

Tema sugerido pelo Rodrigo.
~
Sobre assaltos.
A T E N Ç Ã O.
Vou expor, neste post, minhas opiniões pessoais sobre assaltos. NÃO EZDOU NEM AÍ ZE VOZÊ NÃO GONGORDA GOMIGO [eu agora estou com mania de escrever como se estivesse gripada. Mas vamos traduzir, pros meus amiguinhos burros: Não estou nem aí se você não concorda comigo]. Enfim, vamos lá.
Assaltos são coisas estúpidas. E o pior é que não são praticados apenas pelos que estão com necessidades financeiras imediatas [necessidades mesmo, não "oh eu quero aqueles tênis da Adidas", francamente], e sim por babaquinhas que se recusam a ganhar dinheiro honestamente, e se acham no dever de tirar dos outros. Ah, você me acha radical? Então vamos imaginar a seguinte situação: Você acabou de conseguir acabar de juntar dinheiro para aquele tão desejado objeto. Você está indo, todo feliz, para a loja. De repente, sente uma arma na sua barriga e alguém dizendo "passa a grana". E então, você vai reagir, e morrer? Não, você vai entregar seu precioso dinheiro, que você economizou com tanta dificuldade, para um aleatório gastar em fins talvez suspeitos. Ah, agora você concorda comigo que é um ato deplorável, não? Imaginei.
E por favor, vamos ser francos? Não tem essa história de "estou roubando por necessidade". Se você é honesto e trabalhador, dá-se um jeito.
Assim Falou Giovana.

quinta-feira, 14 de junho de 2007

A inutilidade da televisão

Este tema - inutilidade da tv - foi sugerido pela minha Tami-emo, então eu vou atualizar o brógue. Nem sei porque eu me iludo que alguém vá ler.
A inutilidade da televisão.
Ah, sim, se você ama tv, sugiro que não leia esse post. Para o seu próprio bem. E para evitar inútil frustração e coisinhas do gênero da sua parte. E evitar gente chata buzinando no meu ouvido que "TV é bom, sua looouca!". Porque você não vai me convencer!
Televisão é coisa do demo, capeeeta. Mentira. Mas vamos aos contras e prós da tevê.

CONTRAS:
+ Idiotiza (eu tenho provas! Mas eu sou legal e não vou citar nomes.)
+ Utiliza do tempo que os telespectadores poderiam ler mais, aprofundar o vocabulário, praticar esportes (que hipocrisia, eu sou super sedentária, mas fica o conselho). Aliás, ela deixa seu vocabulário pobre e repetitivo.
Duvida?


+ A televisão é repetitiva, pouquíssimo diversificada e tediosa.

PRÓS
+ Serve de consolo para os solitários. Mas mergulhe nos livros, assim como eu, se não tens o que fazer ou és solitário, porque só te fará bem.
~
Este post realmente não me agradou muito. Não é um tema que tenha tanto a se falar. Estou aberta, sempre, para sugestões de temas para atualizar esta blog.

domingo, 6 de maio de 2007

Tópico de utilidade pública nº 1 - Bullying

Na falta de idéia de temas para uma atualização do blog, farei uma sessão de posts de utilidade pública. Para quê? Para conscientizar, meus caros.

Este primeiro será sobre bullying.

Para começar, deve ter gente se perguntando: Mas o que é bullying?
Bullying (pronuncia-se "bulin"), até onde eu sei sem equivalente em português, é o ato de violência intencional, repetida e aparentemente gratuita (sem motivos ou por preconceito, por exemplo) na escola. Inclui agressões psicológicas, morais e físicas.
Porque eu escolhi bullying como tema deste post?
1- Passei e passo na pele, então quero tentar ajudar que também está passando pela mesma situação;
2- É um problema negligenciado de tal forma no Brasil que muita gente nem faz idéia do que é.

O bullying compreende difamação, ofensas, ameaças, intimidação, críticas ininterruptas, dano de objetos da vítima, etc.

Vocês que lêem este blog, muitos já sofreram ou assistiram bullying, creio eu. Espero que você não tenha sido o autor do bullying.

O mais triste da negligência e descaso com que é tratado o bullying no Brasil é isso demonstrar o quanto a falta de caráter e respeito é tolerada e tratada como algo normal por aqui.

Na década de 90, nos Estados Unidos, aconteceram uma série de episódios de tiroteios que culminaram em tragédias em escolas. O mais famoso foi o Massacre de Columbine. "O massacre de Columbine aconteceu em 20 de abril de 1999 no Condado de Jefferson, Colorado, Estados Unidos, no Instituto Columbine, onde os estudantes Eric Harris (apelido ReB), de 18 anos, e Dylan Klebold (apelido VoDkA), de 17 anos, atiraram em vários colegas e professores."
(texto retirado de http://pt.wikipedia.org/wiki/Massacre_de_Columbine)

Suspeita-se de que muitos dos assassinos sofressem bullying.


Talvez um pouco menos cruel por não interromper os sonhos e a vida alheia, mas não por isso menos grave são o suicídio de vítimas do bullying. Não surpreende tanto a outras vítimas, pois sabemos - oh, se sabemos - bem a tristeza, angústia e sensação de impotência que nos traz. Mas surpreende muito os pais, ou professores, pois às vezes eles julgam que era "uma fase, coisa passageira" e que se interferissem não nos tornaríamos fortes o suficiente para agüentar. Belo engano. Aos pais que suspeitam que os filhos sofram bullying, aconselho a:
- Questionem os filhos, mas não ajam como se eles fossem culpados, jamais.
- Não os pressionem.
- Conversem bastante e tentem procurar a direção da escola.
-Intervenham.
- Sejam carinhosos e mostrem que ele pode contar com vocês.

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying
http://pt.wikipedia.org/wiki/Massacre_de_Columbine
http://nomorebullying.blig.ig.com.br/

~

Observação pessoal: Não sou pedagoga, não sou psicóloga, sou apenas uma garota de12 anos estudante de sétima série. Mas eu já sofri isso, e até hoje passo. Então, as dicas são baseadas também nas minhas experiências pessoais. Não são verdades absolutas - de maneira alguma! - nem ajuda profissional. Porém, é algo empírico.

Observação pessoal 2: Por favor, se não entendeu algum termo, tenha humildade e vá pesquisar no dicionário, vai...